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Na presença do Ministro do Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, a aicep Global Parques e a Repsol Polímeros celebraram em Lisboa um contrato de expansão do Complexo Petroquímico de Sines, que potencia um aumento do investimento em curso de 760 para 1.360 milhões de euros. A cerimónia assinalou a construção de duas novas fábricas da Repsol Polímeros em Sines, no montante de 760M€. Uma fábrica de polietileno e outra de polipropileno, que a partir do segundo semestre de 2025 irão fornecer em proximidade, segurança e preço os mais relevantes clusters da indústria exportadora nacional, dos componentes automóveis aos dispositivos médicos, passando pelo food packaging. O impacto direto esperado destas duas fábricas na balança comercial nacional ascende a 1.000M€, ao substituir 400M€ de importações, promover 200M€ de atividade industrial adicional e 400M€ de exportações.

 

Para acolher estas duas novas fábricas e projetos associados, a Repsol já contratou mais 50 hectares na ZILS - Zona Industrial e Logística de Sines. O Contrato de Reserva de Direito de Superfície hoje assinado por Filipe Costa e Isabel Cardoso (da aicep Global Parques) e Arsénio Salvador (da Repsol Polímeros) vem acrescentar mais 33 hectares, tentativamente destinados a acolher uma “ecofábrica”. Unidade de reciclagem química de resíduos sólidos urbanos que viria descarbonizar e introduzir circularidade no processo produtivo do Complexo Petroquímico de Sines, nomeadamente produzindo etanol circular. Esta nova intenção viria aumentar o investimento em curso dos já cerca de 760M€ para em torno de 1.360M€. Investimentos intensivos em capital e tecnologia, com enorme output e valor acrescentado, geradores de emprego e apreciadores dos salários dos portugueses. Além de terem um enorme efeito multiplicador na criação de riqueza, produção e emprego na indústria nacional de Norte a Sul do país.