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O Cluster da Petroquímica, Química Industrial e Refinação e o Ministério da Economia assinaram, no passado dia 11 de setembro, o Pacto para a Competitividade e Internacionalização, no que é considerado pelos responsáveis da APQuímica, entidade gestora do cluster, como um impulso fundamental à modernização, internacionalização e reforço da vocação exportadora de todo o setor.

 

Com o pacto agora assinado, os agentes do setor e as entidades oficiais, através do IAPMEI – Agência para a Competitividade e Inovação, irão desenvolver ações de proximidade com vista à implementação da estratégia desenvolvida no âmbito da APQuímica com o contributo ativo dos seus associados, e que assenta em sete vetores essenciais:

 

  • Integração de Cadeias de Valor e Especialidades;
  • Capital Humano, I&D e Inovação;
  • Simbiose Industrial e Economia Circular;
  • Descarbonização e Transição Energética; Infraestruturas, Transportes e Logística;
  • Atuação Responsável e Ligação à Sociedade;
  • Indústria 4.0 e Modernização Produtiva.

 

“O papel dos clusters e, em particular, do Cluster da Petroquímica, Química Industrial e Refinação, é hoje determinante, numa altura em que se procuram novos modelos de desenvolvimento assentes no trabalho em rede”, explica Luís Rebelo da Silva, Presidente da APQuímica, para adiantar que “a assinatura deste pacto constitui um passo essencial no caminho de evolução de um setor que já é fundamental para a economia nacional”.

 

Em Portugal, o setor da Química, Petroquímica e Refinação é responsável por 52 000 empregos diretos e indiretos, 12 mil milhões de euros de volume de negócios anual, 1,8 mil milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto (VAB) e 14% do total das exportações nacionais, com vendas para mais de 180 países. Esta indústria caracteriza-se ainda por elevados níveis de investigação e desenvolvimento, representando 20% das despesas em inovação de toda a indústria transformadora.

 

Gerido pela APQuímica, o Cluster da Indústria Química, Petroquímica e Refinação existe há mais de 10 anos e tem como missão o estímulo da competitividade do setor, nomeadamente na vertente exportadora e de captação de investimento, bem como a criação de um ambiente robusto e sistemático de inovação e trabalho em rede. Ao longo dos anos, tem desenvolvido e lançando iniciativas fundamentais e estratégicas que não seria possível concretizar numa lógica individual, empresa a empresa.

 

O Cluster tem na sua constituição e diversidade uma das suas grandes forças e um importante fator diferenciador. É formado por mais de 60 organizações, entre grandes empresas industriais, PME, startups, instituições de ensino superior, centros de I&DT e outras entidades com atividade relevante ao longo da sua cadeia de valor, incluindo vários portos nacionais.